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Já existiam drones na Segunda Guerra Mundial?

fev1
História

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    Uma versão do Fairey, que deu origem ao Fairey Queen. 

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    Este foi um dos primeiro protótipos do Kettering Bug.

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    Um modelo do Kattering Bug exposto no Museu da Força Aérea, nos EUA.

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    Um modelo semelhante ao utilizado para construir o Queen Bee.

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    Norma Jeane (ou Marilyn Monroe) foi descoberta quando trabalhava numa fábrica Radioplane.

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    Um dos modelos de Radioplane utilizados durante a II Guerra Mundial.

Quando pensa em drones, surgem imagens de pequenos aviões não tripulados, com câmaras integradas, que permitem captar fotografias em áreas onde nenhum homem consegue chegar? Atualmente, são vários dos modelos, e esse é apenas um deles. Mas os drones começaram a ser pensados há décadas atrás.

Com fins militares, foi durante a I Guerra Mundial (entre 1914 e 1918) que foram pensados os primeiros modelos de veículos aéreos não tripulados (UAV). Ainda não existiam câmaras portáteis que permitissem ver as linhas inimigas remotamente, mas estes drones serviam antes para transportar explusivos.

O primeiro a ser desenvolvido foi o Kettering Bug, nos Estados Unidos da América, que conseguia atingir os 80 quilómetros por hora. Hoje poderia ser mais um engenho de disparo telecomandado, mas na altura foi o primeiro veículo aéreo que não precisava de um piloto.

Se bem que vários exemplares foram produzidos, as autoridades norte-americanas tiveram receio em utilizá-los durante a guerra. O seu maior medo era não conseguir controlar o local em que os explosivos eram descarregados, podendo atingir as suas próprias tropas.

Entretanto, a produção deste tipo de veículos deixou de ter tanta importância, e só retomou com a aproximação da II Guerra Mundial. Nesta altura, os UAV passaram a ser considerados, e a Marinha Real Britânica chegou a fazer testes em 1933.

Os primeiros testes foram feitos com um hidroavião modificado, chamado Fairey Queen. Não foram bem-sucedidos, mas cedo foi melhorado e deu origem ao Queen Bee. Entretanto, nos Estados Unidos, os esforços foram virados para o Radioplane.

O Radioplane era um UAV controlado por rádio que consegui facilmente atingir velocidades semelhantes à dos aviões inimigos. Durante a guerra, foram construídos milhares de exemplares, fazendo do Radioplane o primeiro UAV produzido em massa.

Mas gostava de saber mais sobre como funcionavam estes UAV? Descubra na nova edição da Quero Saber (nº65), que tem ainda um especial sobre as acrobacias aéreas mais impressionantes. Já nas bancas! 

Imagens via Wikimedia Commons.

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